Eu queria fazer poesias com rimas, viola e violão
e escrever poemas com ventos, mares, rios e sertão.
Eu queria ser um poeta dos bão,
de percorrer os caminhos alimentando os passarinhos,
e, em troca, ganhar inspiração.
Eu queria que minhas palavras fossem de brincar
como jogos de armar, como pipas para empinar.
como cirandas para dançar.
Eu queria fazer versos com as coisas do dia a dia:
risos, carinhos, lar, afeição,
amizades, histórias, cantorias...
Eu queria fazer poesia arroz com feijão.
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