Eu queria escrever um poema
com jeito de onda do mar,
onde os filhos dos pescadores
vão aprender a navegar.
Um poema montanha-russa líquida,
que é a própria onda do mar,
de levantar e baixar golfinhos
que vão brincar de surfar.
Uma onda de movimento cíclico,
que vem se movendo devagar,
que forma vales e montanhas
e depois se espraia no lagamar.
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