mesmo que estivesse jogando futebol,
eu voltava para casa:
era a hora da panambi, a borboleta azul.
Ela vinha borboleteando da mata
e, se ficássemos quietinhos,
chegava bem perto da gente.
Via que estava tudo em paz,
pousava nas flores do quintal,
descansava um tanto, bem à vontade,
e depois partia, muito lepidóptera.
Mas retornava no dia seguinte, bem pontual.
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