Um pingo de chuva
infiltrou-se pela palha do
sapé
e caiu no rosto do índio
Juruquivi,
despertando-o para espiar
a chuva em todos os quadrantes
e lembrá-lo da luta pela
subsistência.
Sem condições para luta
nenhuma
ele teve uma ligeira refrega
com uns pés de inhame,
fez o desjejum e voltou para a
rede.
Pra que ir contra as vontades
celestiais?
Tupã é mais.
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